Opiniões manifestadas, de forma espontânea, por pacientes atendidas no Hospital Materno-Infantil Dr. Joaquim Sampaio, em Ilhéus, uma obra do Governo da Bahia gerida pela Fundação Estatal Saúde da Família (FESF-SUS), apontam que 62% das entrevistadas consideram os serviços da unidade “excelentes”, enquanto 23% os classificam como “bons”. Já 8% avaliaram como “regular” e 7% como “ruim”. Os dados foram apresentados pela Ouvidoria do hospital.
Desde novembro do ano passado, a Ouvidoria disponibiliza um QR Code para que pacientes e familiares possam avaliar os serviços prestados. A pesquisa de satisfação abrange diversos aspectos do atendimento, como recepção, equipes médicas, enfermagem, assistência social, higienização e qualidade da alimentação. Os QR Codes estão espalhados por todos os setores da unidade, permitindo que a avaliação seja feita a qualquer momento, de forma anônima e sem interferência da equipe, apenas com o uso do celular.
O Hospital Materno-Infantil é a única maternidade 100% SUS do sul da Bahia e a única do estado habilitada para o atendimento aos Povos Originários. Seu projeto é baseado na humanização do cuidado, na garantia dos direitos da mulher e da criança e no fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS), princípios que também norteiam o trabalho da FESF-SUS.
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O hospital é porta aberta para obstetrícia. Já para o atendimento pediátrico o serviço é regulado. O HMIJS tem 105 leitos de internação, sendo 10 de Terapia Intensiva Neonatal (UTI Neo) e 25 de semi-intensiva; capacidade para atender urgências e emergências de toda a região; além de cinco leitos no Centro de Parto Normal Intra-hospitalar. Está estruturado para a assistência ao parto de risco, gestação de alto risco, cuidado intensivo e intermediário neonatal e cuidado intensivo e clínico às crianças. O funcionamento é 24 horas, com acesso por demanda espontânea e referenciada, integrada aos pontos de atenção primária.
O hospital também oferta atendimento ambulatorial especializado em pré-natal de alto risco, consultas especializadas em obstetrícia, cardiologia, enfermagem, nutrição e psicologia. A unidade funciona também como um polo de desenvolvimento de ensino, reunindo formação acadêmica, pesquisa e produção de conhecimento científico e tecnológico em saúde.
Cem quilos de carne contaminada com tuberculose bovina foram apreendidos em Ibicaraí, no sul da Bahia, na última sexta-feira (20). O material foi encontrado em uma área pública cedida pela prefeitura para açougueiros locais. A doença, considerada uma zoonose grave, pode ser transmitida ao ser humano pelo consumo de alimentos infectados.
De acordo com a Agência de Defesa Agropecuária da Bahia (Adab), o material foi localizado após uma denúncia. A operação contou com apoio da Vigilância Sanitária do município.
Agência Brasil
O dono da carne não foi encontrado no local. Por isso, a ação foi direcionada ao responsável pela manutenção logística e de higiene do espaço. Foram lavrados um termo de apreensão e outro de inutilização, e o material foi destruído.
Segundo Lorena Silva, médica veterinária da Adab que integra a equipe sanitária do litoral sul, a carne estava prestes a ser colocada à venda. “Ela não estava exposta ainda, mas seria comercializada no dia seguinte, sábado, que é o dia típico de feira no município”, explicou em entrevista ao g1.
A ação foi conduzida por equipes da 6ª Delegacia Territorial de Brotas (DT/Brotas), que identificaram o uso de um caminhão sem as condições sanitárias exigidas para o transporte de alimentos. No local, dois homens, de 22 e 24 anos, foram flagrados durante o transbordo da mercadoria e levados à delegacia.
Segundo a polícia, a carne não possuía o Selo de Inspeção Federal (SIF) nem nota fiscal. O material apresentava sinais de má conservação e presença de insetos. Os suspeitos admitiram o transporte irregular.
A aprovação da chamada PEC da Blindagem — rebatizada pelo povo como PEC da Bandidagem — foi um tapa na cara da sociedade brasileira. A máscara caiu de vez: os mesmos que se apresentavam como guardiões de Deus, pátria e família mostraram que, no fundo, defendem apenas seus próprios privilégios.
Todos os deputados do PL, partido que se vendeu como bastião da moralidade, votaram a favor dessa vergonha nacional. A tal PEC não protege o povo, não protege a democracia e muito menos protege a família. O que ela protege é a impunidade de políticos corruptos e covardes, que querem se colocar acima da lei como se fossem uma casta intocável.
Sob a batuta de Hugo Motta, Sostenes Cavalcante e Nikolas Ferreira, a votação foi conduzida como um verdadeiro teatro da hipocrisia. Esses líderes, que se apresentam como jovens, cristãos e moralistas, mostraram que não passam de peças de um jogo sujo, dispostos a vender a alma e a consciência em troca de poder.
A chamada PEC da Bandidagem não é apenas um retrocesso político — é um atentado espiritual contra a nação brasileira. Como alguém pode pregar valores cristãos no púlpito e, no Congresso, levantar a mão para proteger corruptos? Isso não é fé, é prostituição política.
A direita, que tanto acusava a esquerda de aparelhamento e corrupção, agora mostra que não é diferente. O discurso de “patriotismo” virou pó, o lema de “família” virou farsa, e o nome de Deus foi usado em vão para enganar milhões de brasileiros de boa-fé.
Essa votação é uma agressão direta à inteligência do povo. Uma declaração de guerra contra a justiça. A PEC da Bandidagem é a prova viva de que parte do Congresso não trabalha para o Brasil, mas sim para garantir blindagem, regalias e imunidade a quem deveria estar respondendo por seus atos.
A história não vai esquecer esse dia. E o povo, que já foi usado como massa de manobra tantas vezes, agora sabe muito bem quem são os traidores que se escondem atrás de um discurso falso de fé e patriotismo.
A corrupção que envolve políticos brasileiros não é apenas um crime contra os cofres públicos, é um ataque direto à esperança e à dignidade do povo. O Brasil, historicamente marcado pela desconfiança em relação à sua classe política, hoje se vê diante de um cenário ainda mais sombrio: um Congresso Nacional mergulhado até o pescoço em esquemas de desvio, propina e blindagem de criminosos de terno e gravata.
A chamada PEC da Blindagem, batizada pelo povo como PEC da Bandidagem, não poderia ter nome mais apropriado. Longe de proteger a democracia, ela protege os corruptos. Foi criada como um escudo para políticos que, ao invés de servir ao país, servem apenas aos seus próprios interesses escusos.
O PL, partido que se vende como “defensor da moralidade”, mostrou a verdadeira face de sua hipocrisia. Seus parlamentares votaram em peso a favor dessa vergonha nacional, traindo a confiança de milhões de eleitores que acreditaram em um discurso falso de ética e valores. O resultado foi uma decepção profunda e a confirmação de que, em Brasília, a maioria joga contra o povo.
Enquanto isso, o Brasil sangra. São bilhões desviados do INSS, emendas parlamentares usadas como moeda de troca, e escândalos que se multiplicam em todas as esferas do poder. O Congresso, que deveria ser a casa do povo, transformou-se em um verdadeiro covil de privilégios e negociatas.
Agora, todas as atenções se voltam ao Senado Federal. Os senadores têm diante de si a oportunidade de mostrar que ainda existe um mínimo de compromisso com o país. Se aceitarem compactuar com essa PEC criminosa, estarão assinando de vez o atestado de falência moral do Legislativo.
A população não suporta mais tanta podridão. O povo brasileiro exige respostas, exige justiça e exige que aqueles que traíram a confiança da nação sejam expostos e punidos. A história cobrará caro daqueles que escolherem proteger corruptos em vez de defender o Brasil.
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Chamada de “PEC das Prerrogativas” ou “PEC da Blindagem” — a depender do ponto de vista de quem fala — a proposta promove mudanças no artigo que trata da imunidade parlamentar.
A oposição ao governo de Luiz Inácio Lula da Silva tenta votar outra medida desse pacote de reação ao STF, a anistia para Bolsonaro e outros condenados envolvidos nos atos antidemocráticos de 8 de janeiro de 2023
Pressionado, o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), convocou para quarta-feira (17/9) um nova reunião de líderes partidários para discutir a votação de um requerimento de urgência da matéria — mecanismo que, caso aprovado, pode tornar a tramitação da proposta de anistia mais célere.
A “PEC da Blindagem”, porém, não é apenas uma pauta do campo bolsonarista. O Centrão, grupo de partidos conservadores, também apoia a medida, em um momento que o STF tem apertado o cerco sobre suspeitas de corrupção envolvendo emendas parlamentares — recursos federais que congressistas podem destinar a seus redutos eleitorais.
O novo texto da PEC está sendo redigido pelo deputado Claudio Cajado (PP-BA), escolhido como novo relator da proposta pelo presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB).
A principal mudança mantida na nova versão é a volta da exigência de um aval da Câmara ou do Senado para que o parlamentar possa ser processado no STF, regra prevista na Constituição de 1988, mas que foi derrubada pelo Congresso em 2001 por causa das críticas de que produzia impunidade.
Desde então, o Supremo tem liberdade para iniciar processos criminais contra parlamentares. Já o Congresso, atualmente, pode apenas suspender uma ação penal após ela ser iniciada na Corte.
Por outro lado, a nova versão da PEC não cria mais a exigência de aval do Congresso para abertura de investigações criminais contra parlamentares, como previa a proposta original.
Com isso, mantém o funcionamento atual, em que o STF pode autorizar inquéritos contra parlamentares livremente e o Congresso não tem poder de interrompê-los.
Em discursos antes da votação, deputados bolsonaristas defenderam a aprovação da medida argumentando que o STF persegue parlamentares de direita.
“Essa PEC não é a PEC das Prerrogativas, na minha opinião. Essa PEC é a PEC do fim da chantagem, a PEC do fim da perseguição!”, disse, exaltado, o deputado Gustavo Gayer (PL-GO).
“É a PEC da libertação desse Congresso para que a gente possa votar de acordo com os nossos eleitores e não de acordo com a vontade de alguns não eleitos do Supremo Tribunal Federal”, reforçou.
Já o deputado Kim Kataguiri (União Brasil-SP) disse que a medida vai favorecer políticos corruptos. E defendeu o fim do foro privilegiado para evitar “abusos” do Supremo.
“Durante o período da Constituição de 88, quando o texto que querem aprovar agora estava em vigor, nenhuma investigação contra parlamentar foi autorizada. Nem em caso de homicídio, como houve. Nem em casos de corrupção, como houve. Nem em caso de tráfico, como houve”, disse.
“Mais de 300 pedidos de investigação foram feitos quando havia essa redação na Constituição de 88, de o Congresso precisar permitir, e nenhum deles foi processado criminalmente”, continuou.
Legenda da foto,‘PEC da Blindagem’ e anistia são propostas em reação ao STF, após condenação de Bolsonaro
Por se tratar de uma mudança na Constituição, esse tipo de projeto tem uma tramitação mais complexa, precisando ser aprovado com texto idêntico na Câmara e no Senado, após votação em dois turnos nas duas Casas.
Além disso, é preciso apoio de três quintos dos deputados (308 votos) e senadores (49 votos).
Se aprovada, a PEC teria aplicação imediata.
O novo texto foi disponibilizado à reportagem pelo gabinete do relator. Novas mudanças podem ser feitas até a PEC ser votada.
A PEC prevê ainda que a Câmara ou Senado terão um prazo de 90 dias para analisar a abertura de um processo criminal. Se isso não ocorrer, a ação penal será iniciada automaticamente.
Além disso, a proposta prevê que o processo só será autorizado após votação secreta, em que haja apoio da maioria absoluta de uma das casas legislativas.
Outra mudança é que a PEC também torna secreta a votação para avaliar a prisão de parlamentares.
Hoje, congressistas só podem ser presos em flagrante por crimes inafiançáveis (racismo, tortura, tráfico ilícito de entorpecentes e drogas, terrorismo, crimes hediondos e a ação de grupos armados, civis ou militares, contra a ordem constitucional e o estado democrático). O Congresso pode derrubar a prisão, mas, na regra atual, a votação é aberta.
A nova versão da PEC traz ainda uma novidade em relação a primeira proposta: garante foro especial no STF também a presidentes de partidos.
Por outro lado, o texto atual da PEC deixou de dificultar a condenação de congressistas no STF. A primeira versão da proposta previa que deputados e senadores só seriam condenados com o voto favorável de dois terços do STF. A nova versão mantém a regra atual, em que basta maioria simples.
Em qual contexto a proposta é discutida?
A proposta é originalmente de 2021 e foi apresentada por Celso Sabino — na época, deputado pelo PSDB-PA e hoje ministro do Turismo, filiado ao União Brasil — após a prisão em flagrante do ex-deputado Daniel Silveira, determinada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes.
A prisão foi motivada, na época, por vídeo postado por Silveira nas redes sociais, em que ele ofendeu ministros do STF.
Apoiador do ex-presidente Jair Bolsonaro, Silveira foi condenado pelo STF em 2022 à perda do mandato e à prisão. Ele foi punido pelos crimes de ameaça ao Estado Democrático de Direito e coação no curso do processo. Hoje, está em regime semiaberto.
Ao justificar o projeto, Sabino afirmou que não ignorava a “gravidade dos fatos” perpetrados por Silveira, mas que a imunidade parlamentar precisava ser melhor protegida.
A proposta foi impulsionada no início de agosto, na volta do recesso parlamentar, em reação à decisão de Moraes de decretar a prisão domiciliar de Jair Bolsonaro.
Na ocasião, parlamentares bolsonaristas bloquearam plenários e sessões exigindo que o Congresso avaliasse pautas caras a esse grupo, como a anistia aos envolvidos nos atos de 8 de janeiro de 2023 e o impeachment de Moraes.
O impeachment de ministros da Corte, porém, só pode ser aprovado no Senado e não há perspectiva de que os pedidos sejam pautados pelo presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP).
Recurso foi destinado pelo Deputado Federal Leur Lomanto Júnior
O município de Ilhéus foi contemplado com um investimento de R$ 1,9 milhão, destinado pelo Deputado Federal Leur Lomanto Júnior. Os recursos já estão disponíveis nas contas da Prefeitura e serão aplicados em obras de pavimentação asfáltica em vias do perímetro urbano, reforçando a infraestrutura da cidade.
O prefeito Valderico Junior destacou a importância do aporte, que contribuirá para a melhoria da mobilidade urbana e da qualidade de vida da população.
Com mais esse investimento, a Prefeitura segue fortalecendo o setor de infraestrutura, por meio de pavimentações, manutenção de vias, drenagem e outras ações que contribuem para o desenvolvimento de Ilhéus.
Estar ao lado do agricultor é o segredo para criar soluções eficazes e alinhadas às suas necessidades. Essa é a visão da ORÍGEO, joint venture entre Bunge e UPL especializada em soluções sustentáveis e gestão integrada para o Cerrado, segundo Mauro Nunes, Chief Financial Officer (CFO) da empresa.
A ORÍGEO, fundada em 2022, se diferencia porque não funciona como uma revenda ou distribuidora, ela sim é uma empresa de atendimento direto com 100% do foco em grandes produtores do Brasil. Segundo Nunes, “atuamos como uma empresa de soluções, unindo o dia a dia do campo com inovação, serviços, crédito, tecnologia e boas práticas de gestão”. Esse modelo possibilita ao cliente encontrar em um único local o suporte necessário para enfrentar os desafios do campo – que não são poucos.
A proximidade com o produtor é parte da missão da ORÍGEO. “Nosso escritório é no campo.” Para o CFO, essa presença constante possibilita a integração “desde insumos e crédito até barter e comercialização. Hoje, já atendemos mais de mil e quinhentos grupos econômicos no MATOPIBAPA, Mato Grosso e Rondônia”, destaca.
Essa forma de atuação também transformou a própria visão de Mauro Nunes como diretor. Ele conta que passou de uma análise focada somente em risco financeiro para um olhar que envolve também o relacionamento, a experiência e a qualidade da produção do agricultor. “A ORÍGEO conta com uma esteira de crédito. Uma plataforma desenvolvida pela Bunge realiza monitoramento diário, além da presença ativa no campo, apoiando os agricultores em suas decisões e indo ‘além de dados de satélite’”, explica.
Nesse cenário, outro ponto de atenção é a sucessão familiar no campo, cada vez mais relevante. As novas gerações chegam com uma visão mais conectada à tecnologia e à gestão profissional. Mauro destaca que “cerca de 70% das propriedades rurais brasileiras são familiares e as novas gerações trazem um olhar diferente, de modernização da gestão, com mais acesso a soluções financeiras. Esse é um movimento natural que fortalece a profissionalização do agro e aproxima o setor do mercado de capitais”, finaliza.
A entrevista completa sobre o assunto está disponível no podcast Galapagos Capital, apresentado por Gianpaolo Zambiazi. Assista o episódio clicando aqui.
Sobre a ORÍGEO??
Fundada em 2022, ORÍGEO é uma joint venture de Bunge e UPL e está comprometida com o produtor e o seu legado na terra, oferecendo um conjunto de soluções sustentáveis e técnicas de gestão – antes e depois da porteira. A empresa fornece soluções de ponta a ponta para grandes agricultores de Bahia, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Piauí, Rondônia e Tocantins, valendo-se do conhecimento de equipes técnicas altamente qualificadas, com foco em aumento de produtividade, rentabilidade e sustentabilidade. Para mais informações, acesse origeo.com
A Campanelli, uma das maiores empresas de confinamento de bovinos do Brasil, é a primeira empresa de engorda de gado a ter projeto de inovação aprovado pela FINEP (Financiadora de Estudos e Projetos), empresa pública brasileira de fomento à ciência, tecnologia e inovação. A linha de crédito é destinada para projetos de inovação e o limite de crédito atual da Campanelli é de aproximadamente R$ 200 milhões. A assessoria jurídica da captação de recursos foi da Martinelli FinCorp.
Numa primeira etapa, a Campanelli recebeu R$ 36 milhões para projeto de três anos para realização de experimentos inovadores ligados a bem-estar, conforto dos animais – especialmente estresse térmico –, nutrição, saúde, automatização dos processos e outras tecnologias conectadas à alta produtividade e à sustentabilidade. Cerca de 3.600 bovinos participam desses experimentos.
“Estamos muito motivados porque este é o primeiro projeto de terminação intensiva de gado para abate aprovado pela FINEP. Nosso propósito é mostrar que a atividade usa tecnologias em diferentes frentes e tem na inovação um importante motor de crescimento contínuo”, destaca o CEO Victor Campanelli.
A Campanelli tem capacidade para confinamento de 150 mil bovinos em três ciclos no ano, posicionando-se entre as maiores empresas de terminação intensiva do país.
“Nossa história é marcada pelo uso de inovação. Uma delas é o sombreamento inteligente, cujos resultados em termos de produtividade são consistentes. Essa inovação possibilita o aumento de 8 kg por carcaça terminada no ciclo, além de redução de 3,43 litros de água por dia.
O coração da inovação da empresa é o Campanelli Innovation Center (CIC), criado em 2019, que realiza anualmente até três experimentos que buscam a transformação positiva da cadeia da carne bovina. A estrutura conta, inclusive, com estação meteorológica, que mede velocidade do vento, temperatura do ambiente e índice de radiação solar. “Com orgulho, este é um dos maiores centros de pesquisas de gado de corte em confinamento do mundo”, informa Victor.
Apresentações musicais gratuitas reuniram artistas locais na Praça Castro Alves
A noite da última quinta-feira (28) foi de celebração cultural em Ilhéus. A Prefeitura, por meio da Secretaria Municipal de Cultura, realizou mais uma edição do projeto Cantando para Jorge, reunindo moradores e visitantes na Praça Castro Alves para uma programação especial dedicada à música e à valorização dos talentos regionais.
O evento contou com a presença de nomes conhecidos da cena artística, como Itassucy, Ari PB (vocalista da banda Cacau com Leite), a cantora Amora do Reggae, além dos artistas Bom Juni e Edu Neto, que animaram o público com repertórios variados e cheios de identidade.
Com o projeto, a gestão municipal busca fortalecer a produção cultural local e garantir acesso democrático à arte, oferecendo momentos de lazer gratuitos e abertos a toda a comunidade.
Teatro Municipal foi palco de apresentações artísticas que destacaram criatividade, diversidade e a força da cultura local; Veja as fotos
O Teatro Municipal de Ilhéus foi tomado pela arte e pela emoção nesta sexta-feira (29), durante a realização do Festival de Talentos 2025, promovido pela Prefeitura de Ilhéus, por meio da Secretaria Municipal de Educação. O evento reuniu cerca de 400 estudantes de 17 escolas da rede municipal de ensino, que encantaram o público com performances em diferentes linguagens artísticas.
Com o tema “Cacau, Cultura e Cores de Ilhéus”, o festival deu protagonismo à identidade local. O cacau foi lembrado como símbolo da prosperidade regional; a cultura, como herança do povo ilheense, refletida em suas expressões artísticas; e as cores, como representação da pluralidade de etnias, idades, corpos e talentos que formam a comunidade escolar.
As apresentações envolveram música, dança, cordel, histórias em quadrinhos, telejornal, desenho, fotografia e pintura. Pela manhã, subiram ao palco 10 escolas, entre elas oito da zona rural, além das unidades São Pedro e Banco da Vitória. Já no período da tarde, o destaque ficou para sete escolas da sede do município.
O prefeito de Ilhéus, Valderico Junior, compareceu ao evento, ao lado da vice-prefeita Wanessa Gedeon, da secretária de Educação, Evani Cavalcante, e outras autoridades municipais.
Mais do que um espaço de apresentações, o festival se consolidou como um ambiente de valorização da diversidade artística e de incentivo à expressão criativa dos jovens, estimulando imaginação, sensibilidade e reflexão por meio da arte.
Ao promover o evento, a Prefeitura de Ilhéus reforçou seu compromisso em garantir uma educação que ultrapasse os limites da sala de aula, incentivando a cultura, o talento e a formação integral dos estudantes.